Misturas Filosoficas

A VIDA DOS OUTROS

Rousseau, o filósofo francês disse que não há felicidade sem os outros, para comprovar modernamente sua tese temos as redes sociais que a todo tempo tem como principal assunto a vida do outro. Como pessoa do meu tempo sou também frequentadora das redes sociais, mas seguramente prefiro uma boa biografia, li num site da Universidade de Yale a biografia de Albert Einstein o Nobel da física de 1921, embora confesse a vocês que o assunto nunca esteve entre os principais na minha pauta de interesses, resolvi tentar entender o pensamento desse importante personagem da cultura ocidental.

Einstein

         Sua filosofia é formada na visão da natureza como uma camada de objetos capazes de serem observados com movimentos resultantes da casualidade. Um dos pontos centrais é entender que a incerteza do nosso conhecimento sobre o futuro deriva da incerteza do nosso conhecimento sobre o passado e o presente, ou seja, nosso conhecimento é sempre incompleto. Seu entendimento do mundo divide o conhecimento da natureza em fatos e probabilidades, o futuro é incerto porque as probabilidades não são observáveis.

          Einstein era uma figura ímpar entendia que era preciso “estar sempre em guerra contra qualquer tipo de chauvinismo”. Para ele o bom senso e a razão seriam sempre prioritárias em qualquer situação. Seu entendimento do mundo e da filosofia nos incita o pensamento que a certeza da morte coloca um limite tanto a filosofia quanto a dor. Se o homem não aprende as lições vividas por outros, então a experiência humana seria inviável. O que nos torna humanos não é apenas ter filhos ou viver uma vida convencional, mas saber atravessar bem o portal do desespero da condição humana e aprender sempre com as nossas experiências e as experiências do outro.

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